O supérfluo é essencial para mim. Não o supérfluo fútil, não o que sobra de comida, a roupa que se compra sem necessidade, não o carro mais novo ou a riqueza que se ostenta. O supérfluo à matéria, esse sim é essencial. O “boa noite” inútil antes de dormir, o inútil “boa sorte” antes das provas, o inútil “me espere” dos enamorados. É essencial, é necessário ter coisas dispensáveis como estas.